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ancestralpampilhosense

A intenção é partilhar este meu gosto pelas antiguidades, pelas histórias, pelas tradições e tudo o que tenha a ver com o património pampilhosense e sensibilizar os descendentes da Pampilhosa da Serra a darem mais valor às suas raízes!

A intenção é partilhar este meu gosto pelas antiguidades, pelas histórias, pelas tradições e tudo o que tenha a ver com o património pampilhosense e sensibilizar os descendentes da Pampilhosa da Serra a darem mais valor às suas raízes!

1 de Junho de 2001

 

Hoje faz 13 anos que faleceu o Monsenhor Nunes Pereira.

Por muito que eu soubesse ou conseguisse escrever sobre Monsenhor Nunes Pereira, seria pouco. A grandeza deste homem foi tão grande pela sua sabedoria enquanto artista, pela sua bondade enquanto sacerdote mas principalmente pela sua humildade enquanto homem.

Infelizmente só tive a honra de o conhecer no último ano da sua vida.

Aquando um visita a Fajão com uma colega e amiga, resolvemos visitar o museu de Fajão e quando nos deslocamos ao restaurante "O Juíz de Fajão" para pedir a visita ao museu, estavamos longe de imaginar que quem nos iria fazer a visita guiada ao museu Monsenhor Nunes Pereira, seria ele próprio, o Monsenhor Nunes Pereira.

Ele estava no "Juíz de Fajão" e logo se prontificou a nos acompanhar.

Já no museu, mostrou-nos os Santos feitos pelo seu pai e todos aqueles objetos que pertenceram à história dos nossos ancestrais.

Hoje, tenho pena de não o ter conhecido há mais anos. Tenho pena que nunca tenha sido pároco no nosso concelho, que era também o seu. Mas conforta-me saber que em nenhum momento ele se esqueceu da sua terra. E agradeço-lhe o ter despertado em mim esta vontade de querer ajudar na salvaguarda do património pampilhosense.

 

 

 

 "Sopa de Pedra", A. Nunes Pereira, Gráfica de Coimbra, 1996